Realismo e Reconciliação na Filosofia da História de Hegel

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Diogo Ferrer

Resumo

A filosofia clássica alemã desenvolveu uma ‘viragem histórica’ da filosofia transcendental de Kant. Uma das bases desse movimento é a teoria da história que Fichte desenvolveu a partir de elementos a priori. Mantendo a compreensão da história como processo de efetivação da liberdade, Hegel concebeu a filosofia da história não como o estabelecimento de leis para os acontecimentos históricos, mas como a deteção do fio da razão nos factos empíricos. Este artigo procura mostrar como Hegel, aceitando a presença substancial do mal na história humana, concebe a possibilidade de uma reconciliação com os factos da história universal, entendida como o processo de transformação do poder em instituições de reconhecimento.

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Como Citar
FERRER, Diogo. Realismo e Reconciliação na Filosofia da História de Hegel. Revista Opinião Filosófica, [S.l.], v. 8, n. 2, p. 3-20, jan. 2018. ISSN 2178-1176. Disponível em: <http://periodico.abavaresco.com.br/index.php/opiniaofilosofica/article/view/793>. Acesso em: 25 fev. 2018.
Seção
Artigos