A vontade geral e o sistema autogestionário Necessidade, possibilidade e desafios

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Luiz Carlos Mariano da Rosa

Resumo

Consistindo em um processo ético-jurídico de deliberação coletiva, o que se impõe à manifestação da Vontade Geral como um fenômeno histórico-cultural é a condição de imanência que a caracteriza em um movimento dinâmico-dialético que demanda uma formação econômico-social que possibilite a emergência de valores e práticas, condutas e comportamentos, necessidades e objetivos que, tendo como fundamento o interesse comum, se lhe correspondam, convergindo para uma forma de autodeterminação que guarda possibilidade de promover a superação da alienação das capacidades humanas no contexto das relações socioprodutivas, a saber, a autogestão. Tal experiência social de autodeterminação coletiva, conforme assinala o artigo, envolve tanto a esfera política quanto o âmbito econômico (trabalho) e encerra a noção que implica desde a igualdade substancial (concreta) até a efetiva participação política, sobrepondo-se ao viés mercadológico da organização econômico-social vigente e à estrutura burocrática corporificada pelo Estado no sistema capitalista.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
DA ROSA, Luiz Carlos Mariano. A vontade geral e o sistema autogestionário. Revista Opinião Filosófica, [S.l.], v. 8, n. 1, p. 476-509, ago. 2017. ISSN 2178-1176. Disponível em: <http://periodico.abavaresco.com.br/index.php/opiniaofilosofica/article/view/749>. Acesso em: 17 dez. 2017.
Seção
Varia