A Lei Natural, o Direito de Propriedade e a Coexistência das Liberdades: Individualismo Moderno e Liberalismo Político no Contratualismo de Locke

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Luiz Carlos Mariano da Rosa

Resumo

Detendo-se na construção epistemológica de Locke, que tem como fundamento a observação dos fenômenos e as suas correlações, o artigo assinala que o seu método converge para a fundação de um empirismo que encerra um racionalismo que limita o seu relativismo, o que implica a preeminência que a sua teoria política atribui ao indivíduo e ao que é particular e a acepção de uma realidade histórica concreta caracterizada pela perfeita igualdade e absoluta liberdade que impõe ao estado de natureza. Tendo em vista que esta condição de existência é baseada na lei natural, a transição para o estado civil através do contrato que funda a sociedade política não converge senão para assegurar os direitos naturais dos indivíduos, à medida que traz como fundamento da instituição do poder a propriedade, ou seja, a vida, a liberdade e os bens dos cidadãos, característica do individualismo moderno e do liberalismo político de Locke.

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Como Citar
DA ROSA, Luiz Carlos Mariano. A Lei Natural, o Direito de Propriedade e a Coexistência das Liberdades: Individualismo Moderno e Liberalismo Político no Contratualismo de Locke. Revista Opinião Filosófica, [S.l.], v. 7, n. 1, fev. 2017. ISSN 2178-1176. Disponível em: <http://periodico.abavaresco.com.br/index.php/opiniaofilosofica/article/view/638>. Acesso em: 05 jul. 2020.
Seção
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