Vontade livre, reconhecimento, poder e totalitarismo: Hegel e Arendt face a face

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Greice Ane Barbieri

Resumo

Perguntamo-nos o que poderia, num primeiro momento, ser considerado um ponto convergente entre as filosofias políticas de Arendt e Hegel? O objetivo principal é uma demonstração da não possibilidade de um regime totalitário na filosofia hegeliana e, ao mesmo tempo, buscar uma aproximação com as categorias políticas de Hannah Arendt. Podemos perceber, entretanto, alguns pontos comuns quando se trata da filosofia política desta autora e alguns pontos levantados por Hegel, no século XIX. Com este espírito, o trabalho visa, então, quase como um ensaio, ressaltar pelo menos duas categorias menores, na filosofia política de ambos, que podem ser aproximadas. Trata-se dos conceitos de coação e submissão que parecem, em ambos os autores, demarcar uma limitação da vontade individual. Tais categorias têm sua importância sedimentada no fato de que os dois autores guardam uma diferença que irá influenciar as disposições de espírito dos indivíduos à resistência contra regimes do tipo totalitário.

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Como Citar
ANE BARBIERI, Greice. Vontade livre, reconhecimento, poder e totalitarismo: Hegel e Arendt face a face. Revista Opinião Filosófica, [S.l.], v. 2, n. 1, fev. 2017. ISSN 2178-1176. Disponível em: <http://periodico.abavaresco.com.br/index.php/opiniaofilosofica/article/view/125>. Acesso em: 04 jul. 2020.
Seção
Artigos